Pular para o conteúdo principal

Escritores brasileiros participam de edição on-line do Parlamento de Escritores da Colômbia

Escritores baianos e de outros estados brasileiros participam da XVIII edição do Parlamento Internacional de Escritores da Colômbia, com sede em Cartagena das Índias.

Valdeck Almeida de Jesus, Rita Pinheiro, Cacau Novaes, Rosana Paulo e Marcos Peixe - Foto/Montagem: Redes Sociais

O evento acontece entre os dias 07 e 10 de outubro de 2020, excepcionalmente on-line, através do canal do YouTube do Parlamento e parceiros do Facebook:

A abertura do evento será dia 07 de outubro, às 16:30h, com execução do Hino Nacional Colombiano, falas protocolares e do presidente do parlamento, Joce Daniels e outras autoridades, poetas, coordenadores etc, seguido de instalação das apresentações, que este ano conta com artistas do mundo inteiro, dentre outros da Argentina, Brasil, Cuba, Estados Unidos, México, Suécia, Venezuela.


Os seguintes nomes representam o estado da Bahia: Valdeck Almeida de Jesus, Cacau Novaes, Rita Pinheiro, Rosana Paulo e Marcos Peixe. Teremos também Sol de Paula, Isabel Furini e Nanny Zuluaga Henao. Cada autor fará declamação de poemas, leituras, palestras e apresentações curtas, em espanhol, durante a programação seguinte, em horário de Brasília:

08/10 - quinta-feira - 09:10h - Rosana Paulo - Recital "Ecos de uma louca"

09/10 - sexta-feira - 11:30h - Isabel Furini - Conferencia “Música en el alma”

09/10 - sexta-feira - 19:10h - Nanny Zuluaga Henao - Recital “Vuelo de Palomas Manchadas”

09/10 - sexta-feira - 19:20h - Rita Pinheiro - Recital "Por la vida"

09/10 - sexta-feira - 19:30h - Cacau Novaes - Recital "Los poetas están vivos"

09/10 - sexta-feira - 19:40h - Valdeck Almeida - Recital poético

10/10 - sábado - 11:20h - Marcos Peixe - Recital poético

Após cada rodada de apresentações por vídeos gravados, os artistas serão convidados a falarem ao vivo em uma roda de conversas.

O XVIII Parlamento Internacional de Escritores da Colômbia (em homenagem ao bicentenário da Batalha de Boyacá) e o VI Parlamento Jovem são organizados pela Associação de Escritores da Costa. 

O XVIII Parlamento Internacional de Escritores da Colômbia atualmente tem delegados por toda a Colômbia e diversos países, e é o evento acadêmico e literário de maior qualidade, maior atração entre os intelectuais do país e que realiza a maior projeção de Cartagena para o mundo. Declarado como de “Interesse Cultural” pelo Conselho de Cultura do Distrito de Cartagena, é cofinanciado pelo Instituto de Patrimônio e Cultura de Cartagena, Ministério da Cultura, Câmara de Comércio de Montería, Corporação Universitária do Caribe (CECAR), Instituição Tecnológica “Colégio Mayor de Bolívar”, Teatro Adolfo Mejía, assessoria da Cara de Cultura de Cartagena, Restaurante Las Indias Boutique Gormet, Casa Museo “Rafael Nuñez”, dentre outros.


Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Carlinhos Brown lança "A bota", música em parceria com Guilherme Menezes

A canção “A bota”, lançada por Carlinhos Brown ontem à noite, se encaixa tão perfeitamente no infortúnio do afro-americado morto dias atrás por um policial branco. Pode ser interpretada como uma reação criativa inspirada no caso que incendiou os Estados Unidos e provocou reações no mundo inteiro. Mas só os últimos versos foram acrescentados por Brown, depois da morte de George Floyd, à composição do seu novo parceiro. Guilherme Menezes e Carlinhos Brown - Foto: Montagem/Reprodução Além de inserir referências ao episódio de Minneapolis, como algumas das últimas palavras de Floyd, Brown compôs um arranjo que confere força suficiente para a música esquentar ainda mais o debate sobre racismo pelo caminho da arte. O clipe de lançamento mescla cenas do cantor no estúdio, imagens de escravos em senzalas brasileiras e cenas dos protestos recentes nas cidades norte-americanas, num ritmo sincopado que lembra rodas de capoeira. De quebra, Carlinhos Brown devolve à música baiana, um compositor que

Cacau Novaes entrevista Nego Jhá: 'Vem pro cabaré'

Nêgo Jhá é uma banda do interior da Bahia, da cidade de Iguaí, situada no Centro Sul do estado, criada em janeiro de 2018, por Guilherme Santana e Gabriel Almeida, através de u ma simples brincadeira entre amigos, que resultou em um trabalho profissional.  A banda já contabiliza mais de 30 milhões de visualizações no YouTube com suas músicas, entre elas, destaca-se “Cabaré”, música de trabalho gravada por artistas famosos, que compartilharam vídeos, que viralizaram na internet, ouvindo e dançando o hit do momento em todo o Brasil. Até no BBB21 da Rede Globo já tocou a música dos garotos. Foto: Divulgação Confira abaixo a entrevista com os integrantes da Nego Jhá: Cacau Novaes - Como surgiu a ideia de criar Nego Jhá? Como tudo começou?  Nego Jhá -  Através de uma brincadeira entre mim, Guilherme, e meu amigo Gabriel, que toca teclado.  No início não tínhamos em mente de que isso se tornaria algo profissional, pensamos apenas em gravar por diversão e resenha. Cacau Novaes -  É uma dupl

Aos 14 anos, baiana Cacá Magalhães canta em programa nos EUA e chama atenção de DeGeneres

Jovem, dona de uma voz potente e orgulhosa da sua baianidade. Poderíamos estar falando de Ivete Sangalo nos idos dos anos 1990 ou de outras mulheres a exemplo da Margareth Menezes e Daniela Mercury nos anos 1980, mas não. A baiana em questão é Cacá Magalhães, de 14 anos e moradora da cidade de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador.  Foto: Reprodução / Twitter Revelada para o mundo após participar do programa "Little Big Shots", da rede estadunidense de televisão NBC, no último domingo (24), cantando niguém menos que Nina Simone, ela conta que seu canto foi aflorado muito tempo antes, quando incentivada pelo seu avô começou a escutar canções de ritmos negros norte-americanos. "Quando eu era pequena meu avô sempre colocava Blues no carro e eu fui inspirada por isso. Eu escutava música e batucava em casa, minha irmã percebeu que eu tinha esse talento e meus pais logo me inscreveram em um conservatório de música", conta a adolescente. A trajetória no con

Avisa lá: Hoje é aniversário do Olodum

“Avisa lá, que eu vou chegar mais tarde. Oh yeah!Vou me juntar ao Olodum. Que é da AlegriaÉ denominado de vulcão. O estampido ecoouOs quatros cantos do mundo. Em menos de um minuto. Em segundos” Sim, hoje é aniversário do Olodum. São 41 anos de muita luta, trabalho, resistência e criatividade em defesa da igualdade e da cultura na Bahia. Minhas homenagens este ano, vão para o coração do Olodum, que se algum dia parar de bater, o Olodum desaparece, pois é neste espaço onde o vigor e o talento se juntam para compartilhar consciência, alegria e cidadania.  Foto: Divulgação Falo da Banda Reggae Olodum, também conhecida como o Exército do Samba Reggae. Por lá, nesses 41 anos de existência, passaram centenas de percussionistas, dezenas de cantores, bailarinos e Mestres.   É a Banda Olodum que arrasta multidões pelo mundo afora.  É a Banda Olodum com sua batida inconfundível que amplifica nossas dores, nossos amores, nossas vozes, nas vozes dos cantores. Por isto afirmamos com tan

Antonio Aruanda fala sobre "Xará", novo álbum de Paquito

Estou a curtir o maravilhoso álbum “Xará – Short Songs” (2019) do meu querido Paquito, baiano do mundo todo. Álbum Xará - Foto: Divulgação Meu falar e meu escrever são ostensivamente emocionais, porque me mostro no que sinto, no que vivencio artística, existencial e culturalmente, e como isso reverbera em minha alma-poesia.  O álbum é todo bom de se ouvir(sentir) porque me conduz a possibilidades e dimensões infindas. Queria dissertar sobre todas as 20 músicas, mas vou me ater às que mexeram mais comigo.  O que curto na poética de Paquito, que atende pelo nome civil de Antônio José Moura Ferreira, é que ele consegue ser doce até nos versos mais ácidos. O trecho deliciosamente iconoclasta e suplicante da composição “Xará”, na qual ele homenageia Antônio, nosso santo, é divino: “Desça desse velho altar/E desfaça seu mal-feito/ Eu ando por aí a rodar/Só porque fui seguir seu preceito/Me socorra meu santo e xará/Eu carrego seu nome em meu peito” Amo o romantismo gostoso de “Igual a Você”.